O Rio de Janeiro é a capital cultural do Brasil. Historicamente, nos seus quase 500 anos, é o tambor por onde retumbam as principais manifestações culturais que o país exporta, e porta de entrada obrigatória das grandes mostras internacionais de artes plásticas ou de grandes nomes da música clássica ou do mais moderno rock, dança e ópera. Sua arquitetura guarda ícones dos séculos XVI, XVII, XVIII, XIX e, agora, do recém encerrado século XX. Abrigo da família imperial logo após sua chegada de Portugal, a cidade recebeu influências da arquitetura portuguesa, inglesa e francesa em prédios que continuam adornando principalmente o Centro da cidade. Hoje, contrastam com lâminas modernas de prédios inteligentes, retratos da modernidade da metrópole que sabe preservar seu passado.






Museus, abriga mais de 50, com acervos que ajudam a contar a história de 500 anos do país (Assista ao vídeo do Museu do Índio). Ora em prédios preservados pelo patrimônio histórico, ora em edificações premiadas, fruto da criatividade intensa da arquitetura brasileira, uma escola respeitada em todo o mundo. Os principais centros como o Museu de Arte Moderna (Assista ao vídeo), o Museu Nacional de Belas Artes e o Centro Cultural do Banco do Brasil (Assista ao vídeo) hoje estão aptos a receber mostras internacionais em condições de segurança e conservação de acervo idênticas aos melhores museus do mundo. Santa Teresa, conhecida como Montmartre ou Soho carioca, abriga, no casario antigo do início do século XX, cerca de 50 ateliês de mais de 80 artistas plásticos que, ao longo do ano, abrem suas portas à visitação do público com obras que vão desde o clássico ao que há de mais contemporâneo.







Na Lapa, bairro boêmio vizinho ao Centro, antigas casas de dança convivem com antiquários, preservando importantes hábitos culturais da cidade. No campo da música, o Rio é o berço do samba, que tem sua data máxima em fevereiro, no Carnaval. O desfile das escolas de samba do primeiro grupo é um espetáculo único, inigualável. Na Zona Sul, à beira mar, a cidade preserva alguns dos locais onde nomes como Tom Jobim e João Gilberto afinaram os primeiros acordes da bossa nova. Por suas características generosas, foi no Rio que se estabeleceram os maiores nomes da música brasileira, fossem baianos ou mineiros, atraídos pelo número de casas com música ao vivo - seja para ouvir, seja para dançar, pelas sedes das gravadoras com selos mundiais aqui instaladas e por ser berço da maior rede de TV do país.
A natureza também tem peso cultural. Basta visitar o Jardim Botânico (Assista ao vídeo) - com uma das mais importantes coleções de plantas do mundo - ou a Floresta da Tijuca, o coração verde da cidade maravilhosa.